Metheoro 2.0

Mês

Junho 2013

3 postagens

#REVOLTADOVINAGRE: Matérias sobre manifestações no Brasil ao redor do mundo → revoltadovinagre.tumblr.com

revoltadovinagre:

Los Angeles Times (EUA)

http://www.latimes.com/news/world/worldnow/la-fg-wn-brazil-protest-conditions-bus-fares-20130617,0,2333687.story

New York Times (EUA)

http://www.nytimes.com/2013/06/18/world/americas/thousands-gather-for-protests-in-brazils-largest-cities.html?hp

USA Today (EUA)

Jun 18, 20132 notes
Jun 16, 201310 notes
Jun 16, 20136 notes

Maio 2013

8 postagens

May 30, 20135,552 notes
May 25, 2013
May 20, 20131,694 notes
#yahoo
May 20, 201311,268 notes
#yahoo
CHORANDO DE RIR, CARA!

hungryyyyyy:

Dear Yahoo

I hope you knows that you just bought a website that consists of people who idolize psycho killers and cannibals, for 1.1 billion dollars. Good luck.

 You have been warned, 

Tumblr.

May 19, 201340 notes
May 19, 2013
#yahoo #tumblrdealtoyahoo
May 4, 2013
Play
May 1, 20133 notes

Fevereiro 2013

2 postagens

Humanos, sapatos e e-commerce

Texto originalmente postado no Medium

Por: Waqas Ali

Tradução: Hilário Júnior

Essa é a história de como construí minha startup no Paquistão.

image


Eu cresci em uma pequena cidade de Punjab (Província no centro-norte do país). A vida me levou a uma boa universidade em Lahore (estudei Bacharelado em Física). Enquanto estudava, comecei a aprender sobre internet e especialmente Redes Sociais, onde tentava entender como pequenos negócios utilizavam a rede.

Durante minhas férias em maio de 2010, voltei a minha cidade para passar um tempo com a minha família. Todas as tardes eu visitava a praça local (local de reunião do povo). Foi justamente nesta época que o Facebook foi bloqueado no Paquistão. Tinha então 3 homens, no meio de 50, discutindo aquela notícia.

Embora nenhum deles tivesse usado o Facebook ou a internet na vida, eles culpavam o FB (e não o governo) pelo bloqueio. Foi então que eu interrompi a discussão e a idéia da startup nasceu.

- O Facebook não é responsável pelas blasfêmias postadas. Ele é apenas uma plataforma social, falei para eles.
- Meu jovem, quem é você? Me perguntou um deles.
- Eu uso internet. Eu conheço o Facebook e você?
- Eu faço sapatos. Sapatos artesanais. Ele respondeu.

Então, durante alguns dias eu visitei seu local de trabalho. Onde um grupo de cinco artesãos faziam sapatos feitos à mão. Me senti honrado de ver o que eles faziam na minha cidade natal. Eles não usavam quase nenhum tipo de máquina para fazer diversos tipos de calçados para homens. Mas nem tudo estava indo bem. Os negócios iam mal, principalmente por causa dos recursos limitados e da falta de compradores locais. Ofereci ajuda, mas não sabia muito bem o que fazer. Foi então que voltei à universidade.  

Mas, desta vez, ao invés de frequentar às aulas de Física ia para a biblioteca e lia Forbes, HBR e livros de negócios interessantes que encontrava por lá. Finalmente, eu tive que largar a Física, uma vez que eu não assistia nenhuma aula. Apesar disso, uma nova pessoa tinha nascido em mim. Comecei a estudar como as pessoas abriam empresas ao redor do mundo. Passei horas no computador, tomando notas de como organizações como Zappos, Google e TED impactavam nossas vidas de diferentes formas.

Todo este aprendizado criou em mim a vontade de me juntar à algum grupo criativo, ou começar algo novo. Então resolvi seguir o segundo parâmetro e correr o risco. Eu sabia que não tinha muita experiência prática para abrir uma startup, mas eu disse para mim mesmo: “VAI DAR CERTO!” . Comecei a trabalhar a ideia de ajudar os artesãos na minha cidade, transformar aquilo em um negócio sustentável. Meu plano era construir uma loja online de sapatos. Nós demos o nome de HOMETOWN (hometown em inglês significa “cidade natal), já que toda a ideia tinha nascido na minha cidade natal.  

Depois desta decisão, voltei a minha cidade, encontrei-me com M. Hussain, sapateiro chefe do grupo que tinha visitado, contei meus planos e iniciamos os estudos dos primeiros passos. Ficou claro desde o início que precisavamos de algum capital para começar. Então arrumei um trabalho “comum” para conseguir juntar algum dinheiro, além de inscrever nosso projeto em vários fundos de capital de risco. Enquanto isso, chamei minha amiga Sidra Qasim para ser minha sócia e co-fundadora da HOMETOWN.

Finalmente, em novembro de 2011 nós conseguimos um investimento inicial de US$ 10.000 dólares do P@SHA Social Innovation Fund. Nos mudamos para Lahore para ficar mais próximo de designers, encontrar material de melhor qualidade para ser trabalhado nos sapatos, construir o site etc. Moravamos num hostel e usavamos o KFC como escritório.

Na outra frente, Hussain trabalhava nos sapatos. Nosso objetivo era fazer os melhores sapatos possíveis com os recursos que tínhamos naquele momento. Queríamos fazer algo que usasemos e principalmente nos orgulhassemos de indicar para que outras pessoas comprassem e usassem.

Foram meses de trabalho duro por parte dos artesãos, que resultaram em sapatos extremamente confortáveis e leves. Nós pensamos que depois disso, viria a parte mais fácil: VENDER OS SAPATOS! Que claro, se transformou em nossa maior dificuldade.

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Gastamos 60% do dinheiro do fundo com matéria prima de qualidade, sobrando então muito pouco para  gestão de marketing e operações do negócio. Por causa disso, usei todos os melhores serviços grátis da internet para construir um site, além das ferramentas de comunicação gratuitas que tínhamos a nosso alcance.

Em 6 de junho HOMETOWN foi oficialmente lançada.

De repente, (o que não foi uma grande surpresa) nós estavamos sem dinheiro. Todo mundo falava para fazermos propagandas no Google e no Facebook, mas como poderíamos fazer isso se não tínhamos dinheiro? Então, ao invés de pedirmos um empréstimo para fazer a propaganda da empresa, resolvemos interagir com as pessoas. Fazer a loja acontecer através do boca-a-boca. Tanto online, quanto offline. Vendemos nosso primeiro sapato cinco dias depois de abertos. Escrevi uma carta de próprio punho para o nosso primeiro cliente. E aquilo se transformou numa tradição. Eu continuo fazendo isso para cada novo cliente conquistado pelo nosso negócio.

Comunicação honesta; Manutenção dos prazos de entrega e, o mais importante, a apresentação do lado humano do nosso negócio, fez crescer tanto o nosso tráfego, quanto as nossas vendas. Um dos nossos clientes (ou amigo, como o chamamos) de Paris nos pagou mais que o preço do produto, porque ele queria ajudar nosso negócio.

Este foi o e-commerce que montamos e trabalhamos por meses.

Para nós é como se estivessemos em um mercado local, ao invés da fria experiência transacional da internet, transformamos  aquilo que era uma falha, em oportunidade para interagir com quem visita nosso site. Este formato ajudou HOMETOWN a crescer orgânicamente.

Percebemos que nosso negócio estava indo bem quando recebemos um pedido vindo de um e-mail @google.com. Não estavamos esperando clientes de alto poder aquisitivo como aquele. Foi aí que pensei que tinhamos algo promissor em nossa comunicação. Inovador mesmo.  

Com este pedido em especial, ficamos um pouco temerosos: “E se mandarmos o sapato e ele não gostar?” Cheguei a discutir com a minha sócia de não enviarmos o sapato, pedirmos desculpa e falarmos que estava “fora de estoque”, afinal, era um funcionário do Google. Chegamos a conclusão que isso ia contra a nossa visão de “Ser Humanos” em HOMETOWN. Enviamos o pedido e ele gostou muito, tanto que comprou um outro sapato para o irmão no Natal.

Voltando a história, em agosto de 2012, o Google e o Governo da Província de Punjab lançaram uma “Campanha de Inovação” onde indicaram HOMETOWN como uma “Innovation Hero”. Nos sentimos muito bem e começamos a trabalhar duro. Muito duro para atender as expectativas.

Ao mesmo tempo, pleiteamos os investimentos de diferentes investidores de startups como Y Combinator e AnglePad, só para citar alguns. Claro, não conseguimos o dinheiro, mas aprendemos muito através de todo o processo. Até que, felizmente, o Governo iniciou seu próprio programa de “incubadora de startups” chamado Tech Incubator - Plan9.

Estamos junto com outras 10 startups de todo o Paquistão, participando entusiásticamente deste projeto. Já são 2 meses instalados na incubadora, onde foram adicionadas à equipe mais duas pessoas, um designer e um programador. Agora nosso foco é em aumentar nossa cartela de produtos e pensar numa plataforma melhor. Os planos são de crescimento, tanto de vendas e impacto, quanto na relação com os nossos artesãos.

Recentemente fui selecionado pelo Acumen Fund Pakistan Fellow,
um prestigiado programa de lideranças aqui do Paquistão, para capacitar novos líderes em nosso País. 2013 será um grande ano para mim e para a HOMETOWN.

Construir uma startup nunca é uma coisa fácil a se fazer, não importa em qual parte do mundo você esteja. E fica ainda pior se não existe um ambiente que faça florescer tais iniciativas, ou que serviços como Youtube, Facebook etc são bloqueados a qualquer momento. Ou quando você percebe que o Paypal não é aceito no seu país, e leva 2 meses até achar uma solução de pagamento viável e um transporte mundial acessível e rápido.

Mas aprendemos lições valiosíssimas com os nossos erros e acertos. O Hussain, por exemplo, que antes era uma pessoa totalmente anti-Facebook, hoje usa um celular com Android, tem um laptop, usa e-mail e até navega com uma conta pessoal na maior rede social do mundo.

Está história é sobre seres humanos. Como você. Como eu.

Siga-me no Twitter

@WaqasADay

image

PS: A Manu lembrou no facebook sobre a história da TOM’S SHOES! E, guardadas as devidas proporções, são muito parecidas mesmo! Clique aqui e leia lá (em inglês)

Feb 7, 20131 note
#Paquistão #startup #mulher no oriente médio #empreendedor #empreendedorismo
Tendência vindo forte por aí (aka A SEGUNDA TELA GRITANDO!)

Twitter foi mencionado em 26 dos 52 comerciais do Super Bowl, Facebook só em 4

Nessa ediçao do Super Bowl, o Twitter foi o campeao das mídias sociais – e ganhou de lavada. O microblog foi mencionado em metade dos 52 comerciais veiculados durante o evento. O Facebook apareceu apenas em 4, YouTube e Instagram em 1 cada um e o Google Plus, em nenhum. No ano passado, Facebook e Twitter empataram com 8 mençoes cada um para um total de 59 comerciais – em comparaçao com o jogo deste ano, o microblog subiu 300% e a maior rede social do mundo caiu 50%. O Business Insideraponta ainda que o Twitter é atualmente a rede social que cresce mais rapidamente no mundo, com 36% dos usuários de internet – aproximadamente 485 milhoes – cadastrados no serviço.

Texto originalmente publicado no Blue Bus

Feb 4, 2013
#Social media #Twitter #Super Bowl #Tendências de Comunicação

Janeiro 2013

7 postagens

“

Acabei de me dar conta que faz 11 anos que eu tenho blog.

É, estamos ficando todos velhos, meus amigos.

”
—Hilário
Jan 28, 2013
Vamos usar o Google+, social medias ?

A Núbia perguntou isso aqui em um grupo no FB: 

“Ter página no G+ ajuda no SEO e SEM dos clientes na busca do Google? Procede?

Respondi o seguinte: 

Procede da seguinte forma:
Se sua empresa é uma marca de bikinis e desenvolveu um novo modelo. E se sua empresa tem também 20 mil pessoas circulando ela no google plus. Então se estas 20 mil pessoas forem fazer uma pesquisa no Google sobre o bikini (e segundo o IBOPE, 98% das pessoas que usam internet no Brasil, fazem pelo menos uma busca no google diariamente) a sua empresa aparecerá no topo da busca para aquelas 20 mil pessoas e também para os amigos delas…

Pq isso acontece? Pq o Google ta com o lance de “busca social”,que valoriza as indicações dos amigos nas buscas. Isso é uma merda do ponto de vista de usuário comum (afinal, vc vai ta sempre só vendo os assuntos indicados pelos seus amigos? E o fato de desconbrir coisas novas através da internet onde fica?), mas para empresas é bom.

O grande problema, para empresas, é como fazer as pessoas te circularem? O que eu tenho notado é que o numero tem crescido exponencialmente, quando as pessoas são indicadas nas listas do lado direito la do G+ (depende então que seu perfil seja reconhecido). Mas la só aparecem os perfis indicados pelo google, talvez ligando pra Mutato (http://muta.to eles são a agência do Google+ no Brasil) eles expliquem melhor como funciona essa indicação pra empresas… se tem que pagar algo etc etc.

Conteúdo, em principio, também funciona. Se vc for ver o menu explore do G+ https://plus.google.com/u/0/explore vc vai ver que além das imagens de sempre, por la tem muitos posts com textos grandes sendo compartilhados.

OUTRA COISA:

O google plus não altera o nome de imagens postadas. Por exemplo, vc fez um post no blog da empresa de bikini e marcou como: BIKINI_NOVO.JPG. Subiu a mesma imagem no Plus… o nome da imagem se vc for salvar a partir do G+, vai continuar como: bikini_novo.jpg

Ou seja, na busca por imagens do google (que tb é poderosa e rende mta audiência) seu produto vai estar bem posicionado, por causa da imagem e principalmente se na postagem do G+ constar o link onde ela está  

É isso, espero ter ajudado.

PS: Se alguém vir questionar essa info dizendo que: O Google desmentiu esse lance de SEO/SEM. Sugiro ir fazer uns testes seguindo as coisas que eu falei aqui. Ou ler o e-book “Google + e suas potencialidades para empresas” do Alexandre Nunes. Facilmente achado no google (é um pdf, na verdade).

Jan 21, 2013
#Google+ #Plus #Google #Social Media #Redes Sociais #Dicas Google Plus #SEO #SEM
Steve Wozniak e seu perfil no... ORKUT!

Em 2004 o Orkut era novidade. Dizem as más línguas que Zuckerberg copiou a idéia da sua rede social a partir do Orkut e do Friendster… a saber. 

O fato é que conversando sobre o Google Plus ontem no perfil da Camilla, lembrei-me de um texto de 2004 da Cora Ronai falando sobre o Orkut e quando ela entrou na rede social azul calcinha. O original está aqui, mas transcrevo-o abaixo: 

Orkutando

Sim, eu também estou no Orkut. Depois de receber insistentes emails de amigos que já estavam lá, acabei me inscrevendo e ampliando a minha rede de conhecidos. Fiz até lista de filmes favoritos e subi retratinho e mais umas fotos. 

Estou encantada com a capacidade de tessitura de redes do sistema, muito superior — ou, pelo menos, muito mais fácil de usar — do que a de sistemas semelhantes que andei vendo ao longo do tempo; reencontrei amigos meio perdidos, como o Peter Moon, e ídolos como Julf Helsingius, que mantinha o remailer anônimo penet.fi nos tempos da internet a vapor e é, até hoje, um dos heróis de quem viveu aqueles tempos: perguntem só ao Cat. Que, aliás, também já está lá. Como estão Phil Zimmerman (que inventou o PGP), Steve Wozniak (o outro Steve da Apple), Mitch Kapor (o homem da Lotus e, depois, da Electronic Frontier Foundation) e dezenas de outros luminares da área. 

Apesar disso, sinceramente, ainda não descobri para que serve todo este potencial. Mandei um bilhetinho pro Julf relembrando os velhos tempos, dei um alô pro John Perry Barlow (imaginem se ele não estaria lá!) e me declarei fã do Cesar Valente, autor de um dos melhores blogs brasileiros, o Carta Aberta. 

Participo de algumas comunidades, e é por aí que vejo a maior utilidade do sistema; mas, por enquanto, acho que o Orkut só faria mesmo sentido para mim se, em vez (ou ao lado) do perfil estático de apresentação de cada um, se pudesse publicar lá um blog ou fotolog. 


(O Globo, Info etc., 26.4.2004) 

—-

Não acredita no perfil do Steve Wozniak no Orkut? Olha a imagem abaixo:

Agora clique aqui e confira. 

E daí a gente começa a lamentar muito pelo Google não ter levado fé/acreditado no potencial do Orkut e tê-lo deixado pra la. Imagina se tivesse? A história das redes sociais seria totalmente outra… quem seria o Facebook? Quem seria?

Jan 16, 2013
Sobre a nova guideline do facebook para imagens...

O Samir comentou o seguinte:

“Tão ligados nessa nova guideline do Facebook? Imagens que vão ser promovidas nas Páginas só podem ter 20% de texto. Contagem feita por pixel. Quem conta é o DC do Facebook”


Você lê as guidelines para anunciantes do facebook aqui (em inglês)

Eis que o Jefferson comentou:

“Tudo culpa da Gina indelicada e Chapolin Sincero”

Eu entendi da seguinte forma:


Não é bem só culpa deles não (gina e chapolin), pq na gringa o povo faz a mesma coisa… [OFF]temos a falsa impressão que brasileiro estraga as redes sociais, quando na real o nosso comportamento em muitas vezes é só uma cópia do que acontece la fora. O grande lance é o comportamento de manada que temos por aqui AND o fato de a maioria esmagadora não se comunicar em inglês[/OFF] …O problema é que eles devem ter percebido que se vc coloca TODA a explicação do lance (postagem) na imagem, vc tende a desvalorizar o caption e por conseguinte o link que vem no caption.

A longo prazo, e isso já vem acontecendo em vários casos, as pessoas deixam de clicar nos links e ir até os sites. O que vai fazer com que o tráfego saindo do facebook para os sites/anunciantes seja menor. E vamos combinar, o Facebook com os promoteds além de ~engajamento~ também vende tráfego, né? Por mais que a sua página não faça isso (textos nas imagens explicando tudo), muitas fazem. Fazendo com que o comportamento padrão do público mude ao longo do tempo.

A gente vê isso (não só por causa do Edgerank) quando um post com imagem é muito mais ~valorizado~ do que o que tem um link externo/só texto. Acabamos transformando as páginas em grandes albúns de fotos. Nem sempre é interessante isso, né?

PS: Só relembrando. Essa regra só vale para imagens PROMOVIDAS. Ou seja, se a sua página não faz promoted posts (paga para a postagem aparecer para mais pessoas), pode continuar na mesma. :*

Jan 15, 2013
Jan 14, 2013626,810 notes
Jan 9, 201310 notes
O Facebook invadindo a sua praia (Profissionais de SM)

Existem pelo menos uns 4 ou 5 grupos no facebook realmente bons, e fechados, que discutem social media a sério e as pessoas não ficam naquela briguinha de egos desgraçada. Em um destes grupos, a Ana Paula Passarelli me apontou uma info importante, disse ela:

“CV a postos! O Facebook tá pra montar uma equipe de criação para ajudar as empresas brasileiras nas campanhas e conteúdo.”

No primeiro momento que você lê uma coisa destas pensa: Opa, vou mandar meu currículo e ver qual que é essa de trabalhar pro Mark. (se você for capacitado para tal. Mas ó: Se depender do “nível” dos funcionários que o Facebook Brasil tem hoje, qualquer um trabalha lá).

Depois, você começa a pensar o seguinte: Meu, como foi mesmo aquela declaração que o Mark deu uns tempos atrás? Que eles “queriam tirar o intermediário do caminho e ter um relacionamento mais direto com o anunciante”, era isso?

Depois de muito matutar e pensar como é mantido o “ecosistema” e as relações entre agências e clientes, pensei que isso na verdade é o primeiro passo dado a caminho da concretização da declaração do Zuck. Não para Grandes empresas/anunciantes, que tem níveis de burocracia e investimento acima do imaginável para qualquer ser humano comum. To falando pra você, que é freelancer ou pequena agência, e trabalha com clientes médios/pequenos.


Há mais ou menos quatro anos, quando o Mark veio ao Brasil conversar com grandes formadores de opinião e firmar parcerias com empresas de conteúdo, já que a rede patinava em relação ao Orkut, (Aqui tem um especial da MTV Brasil e entrevista dele com o Cazé) ele já sabia que o Brasil seria um player importante para o seu negócio. O fato de sermos o país que mais adiciona usuários ao FB, hoje, é só a ponta do iceberg. Talvez por um pouco de falsa esperteza ou de ingenuidade mesmo, deixamos o Facebook se transformar em uma ferramenta ~indispensável~ para a comunicação social das marcas e viciamos nossos clientes e audiência em seus anúncios e histórias patrocinadas (onde a grande maioria não percebe que está interagindo com um anúncio).

Se antes tinhamos todos o discurso do: Nas redes sociais as marcas tem que gerar conversas e interações. Elas tem que se inserir no contexto e aproveitar o que o usuário está falando. Fomos “todos” seduzidos pelo canto da sereia da propaganda e do BV (Bônus de Veiculação) cada vez mais polpudo pago pelo Facebook. “Basta anunciar XX.XXXX,XX reais a cada quinzena e te garantimos 1 milhão de fãs e uma base extremamente ativa e conversando com a sua marca em pouco tempo”. Cases são montados, histórias patrocinadas abarrotam nossa timeline com edgerank e assim vamos vivendo. Mas até quando? 

Se o facebook se transformou em artefato “indispensável” por causa do acumulo sobreumano de usuários em seus servidores, e “cases” de grandes contas surgem aos montes em eventos por todo o país, quem garante que seu cliente pequeno, aquele que tem uma bala menor que a juquinha do tio do fiteiro, não vai querer repetir o “case” e ser “seduzido” pela equipe da “house do facebook” ? Será que não está na hora de nós, entusiastas e mercado da social media brasileira, pararmos com essa cultura (preguiça?) de rede social única e incluirmos outras redes e outras plataformas para os nossos clientes pequenos também? Você que trabalha com moda jovem já deu uma busca no tumblr e viu se seu público não ta por aqui? E o twitter? E la no google plus? Da só uma olhada no número de interações que tem no menu EXPLORE de la -> https://plus.google.com/explore .

Temos que ter muito cuidado, porque podemos rir muito da charge do Dahmer que abre o post, mas quem garante que não somos também o “usuário médio facebookeano” cheio de kkkkks?

UPDATE:
Se você quer entender um pouco mais sobre “outras redes” além do FB, sugiro o e-book (em inglês) do Guy Kawasaki (ex-Apple) chamado “What The Plus!” que pode ser baixado aqui. Está em formato .pdf

Jan 9, 20131 note
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