The great workplace dilemmas of our time…
Adorando essa “compra” pelo Yahoo e como eles tão encarando, sabe?
The great workplace dilemmas of our time…
Adorando essa “compra” pelo Yahoo e como eles tão encarando, sabe?
I’m delighted to announce that we’ve reached an agreement to acquire Tumblr!
We promise not to screw it up. Tumblr is incredibly special and has a great thing going. We will operate Tumblr independently. David Karp will remain CEO. The product roadmap, their team, their wit and irreverence will all remain the same as will their mission to empower creators to make their best work and get it in front of the audience they deserve. Yahoo! will help Tumblr get even better, faster.
Tumblr has built an amazing place to follow the world’s creators. From art to architecture, fashion to food, Tumblr hosts 105 million different blogs. With more than 300 million monthly unique visitors and 120,000 signups every day, Tumblr is one of thefastest-growing media networks in the world. Tumblr sees 900 posts per second (!) and 24 billion minutes spent onsite each month. On mobile, more than half of Tumblr’s users are using the mobile app, and those users do an average of 7 sessions per day. Tumblr’s tremendous popularity and engagement among creators, curators and audiences of all ages brings a significant new community of users to the Yahoo! network. The combination of Tumblr+Yahoo! could grow Yahoo!’s audience by 50% to more than a billion monthly visitors, and could grow traffic by approximately 20%.
In terms of working together, Tumblr can deploy Yahoo!’s personalization technology and search infrastructure to help its users discover creators, bloggers, and content they’ll love. In turn, Tumblr brings 50 billion blog posts (and 75 million more arriving each day) to Yahoo!’s media network and search experiences. The two companies will also work together to create advertising opportunities that are seamless and enhance user experience.
As I’ve said before, companies are all about people. Getting to know the Tumblr team has been really amazing. I’ve long held the view that in all things art and design, you can feel the spirit and demeanor of those who create them. That’s why it was no surprise to me that David Karp is one of the nicest, most empathetic people I’ve ever met. He’s also one of the most perceptive, capable entrepreneurs I’ve worked with. His respect for Tumblr’s community of creators is awesome, and I’m absolutely delighted to have him and his entire team join Yahoo!.
Both Tumblr and Yahoo! share a vision to make the Internet the ultimate creative canvas by focusing on users, design — and building experiences that delight and inspire the world every day.
Dear Yahoo
I hope you knows that you just bought a website that consists of people who idolize psycho killers and cannibals, for 1.1 billion dollars. Good luck.
You have been warned,
Tumblr.
“Melhor filme! Não tenham preconceito. Louco pelo “2”. Vou correndo assistir…”
Check-in to De Pernas pro Ar on GetGlue.com
Texto originalmente postado no Medium
Por: Waqas Ali
Tradução: Hilário Júnior
Essa é a história de como construí minha startup no Paquistão.
Eu cresci em uma pequena cidade de Punjab (Província no centro-norte do país). A vida me levou a uma boa universidade em Lahore (estudei Bacharelado em Física). Enquanto estudava, comecei a aprender sobre internet e especialmente Redes Sociais, onde tentava entender como pequenos negócios utilizavam a rede.
Durante minhas férias em maio de 2010, voltei a minha cidade para passar um tempo com a minha família. Todas as tardes eu visitava a praça local (local de reunião do povo). Foi justamente nesta época que o Facebook foi bloqueado no Paquistão. Tinha então 3 homens, no meio de 50, discutindo aquela notícia.
Embora nenhum deles tivesse usado o Facebook ou a internet na vida, eles culpavam o FB (e não o governo) pelo bloqueio. Foi então que eu interrompi a discussão e a idéia da startup nasceu.
- O Facebook não é responsável pelas blasfêmias postadas. Ele é apenas uma plataforma social, falei para eles.
- Meu jovem, quem é você? Me perguntou um deles.
- Eu uso internet. Eu conheço o Facebook e você?
- Eu faço sapatos. Sapatos artesanais. Ele respondeu.
Então, durante alguns dias eu visitei seu local de trabalho. Onde um grupo de cinco artesãos faziam sapatos feitos à mão. Me senti honrado de ver o que eles faziam na minha cidade natal. Eles não usavam quase nenhum tipo de máquina para fazer diversos tipos de calçados para homens. Mas nem tudo estava indo bem. Os negócios iam mal, principalmente por causa dos recursos limitados e da falta de compradores locais. Ofereci ajuda, mas não sabia muito bem o que fazer. Foi então que voltei à universidade.
Mas, desta vez, ao invés de frequentar às aulas de Física ia para a biblioteca e lia Forbes, HBR e livros de negócios interessantes que encontrava por lá. Finalmente, eu tive que largar a Física, uma vez que eu não assistia nenhuma aula. Apesar disso, uma nova pessoa tinha nascido em mim. Comecei a estudar como as pessoas abriam empresas ao redor do mundo. Passei horas no computador, tomando notas de como organizações como Zappos, Google e TED impactavam nossas vidas de diferentes formas.
Todo este aprendizado criou em mim a vontade de me juntar à algum grupo criativo, ou começar algo novo. Então resolvi seguir o segundo parâmetro e correr o risco. Eu sabia que não tinha muita experiência prática para abrir uma startup, mas eu disse para mim mesmo: “VAI DAR CERTO!” . Comecei a trabalhar a ideia de ajudar os artesãos na minha cidade, transformar aquilo em um negócio sustentável. Meu plano era construir uma loja online de sapatos. Nós demos o nome de HOMETOWN (hometown em inglês significa “cidade natal), já que toda a ideia tinha nascido na minha cidade natal.
Depois desta decisão, voltei a minha cidade, encontrei-me com M. Hussain, sapateiro chefe do grupo que tinha visitado, contei meus planos e iniciamos os estudos dos primeiros passos. Ficou claro desde o início que precisavamos de algum capital para começar. Então arrumei um trabalho “comum” para conseguir juntar algum dinheiro, além de inscrever nosso projeto em vários fundos de capital de risco. Enquanto isso, chamei minha amiga Sidra Qasim para ser minha sócia e co-fundadora da HOMETOWN.
Finalmente, em novembro de 2011 nós conseguimos um investimento inicial de US$ 10.000 dólares do P@SHA Social Innovation Fund. Nos mudamos para Lahore para ficar mais próximo de designers, encontrar material de melhor qualidade para ser trabalhado nos sapatos, construir o site etc. Moravamos num hostel e usavamos o KFC como escritório.
Na outra frente, Hussain trabalhava nos sapatos. Nosso objetivo era fazer os melhores sapatos possíveis com os recursos que tínhamos naquele momento. Queríamos fazer algo que usasemos e principalmente nos orgulhassemos de indicar para que outras pessoas comprassem e usassem.
Foram meses de trabalho duro por parte dos artesãos, que resultaram em sapatos extremamente confortáveis e leves. Nós pensamos que depois disso, viria a parte mais fácil: VENDER OS SAPATOS! Que claro, se transformou em nossa maior dificuldade.

Gastamos 60% do dinheiro do fundo com matéria prima de qualidade, sobrando então muito pouco para gestão de marketing e operações do negócio. Por causa disso, usei todos os melhores serviços grátis da internet para construir um site, além das ferramentas de comunicação gratuitas que tínhamos a nosso alcance.
Em 6 de junho HOMETOWN foi oficialmente lançada.
De repente, (o que não foi uma grande surpresa) nós estavamos sem dinheiro. Todo mundo falava para fazermos propagandas no Google e no Facebook, mas como poderíamos fazer isso se não tínhamos dinheiro? Então, ao invés de pedirmos um empréstimo para fazer a propaganda da empresa, resolvemos interagir com as pessoas. Fazer a loja acontecer através do boca-a-boca. Tanto online, quanto offline. Vendemos nosso primeiro sapato cinco dias depois de abertos. Escrevi uma carta de próprio punho para o nosso primeiro cliente. E aquilo se transformou numa tradição. Eu continuo fazendo isso para cada novo cliente conquistado pelo nosso negócio.
Comunicação honesta; Manutenção dos prazos de entrega e, o mais importante, a apresentação do lado humano do nosso negócio, fez crescer tanto o nosso tráfego, quanto as nossas vendas. Um dos nossos clientes (ou amigo, como o chamamos) de Paris nos pagou mais que o preço do produto, porque ele queria ajudar nosso negócio.
Este foi o e-commerce que montamos e trabalhamos por meses.
Para nós é como se estivessemos em um mercado local, ao invés da fria experiência transacional da internet, transformamos aquilo que era uma falha, em oportunidade para interagir com quem visita nosso site. Este formato ajudou HOMETOWN a crescer orgânicamente.
Percebemos que nosso negócio estava indo bem quando recebemos um pedido vindo de um e-mail @google.com. Não estavamos esperando clientes de alto poder aquisitivo como aquele. Foi aí que pensei que tinhamos algo promissor em nossa comunicação. Inovador mesmo.
Com este pedido em especial, ficamos um pouco temerosos: “E se mandarmos o sapato e ele não gostar?” Cheguei a discutir com a minha sócia de não enviarmos o sapato, pedirmos desculpa e falarmos que estava “fora de estoque”, afinal, era um funcionário do Google. Chegamos a conclusão que isso ia contra a nossa visão de “Ser Humanos” em HOMETOWN. Enviamos o pedido e ele gostou muito, tanto que comprou um outro sapato para o irmão no Natal.
Voltando a história, em agosto de 2012, o Google e o Governo da Província de Punjab lançaram uma “Campanha de Inovação” onde indicaram HOMETOWN como uma “Innovation Hero”. Nos sentimos muito bem e começamos a trabalhar duro. Muito duro para atender as expectativas.
Ao mesmo tempo, pleiteamos os investimentos de diferentes investidores de startups como Y Combinator e AnglePad, só para citar alguns. Claro, não conseguimos o dinheiro, mas aprendemos muito através de todo o processo. Até que, felizmente, o Governo iniciou seu próprio programa de “incubadora de startups” chamado Tech Incubator - Plan9.
Estamos junto com outras 10 startups de todo o Paquistão, participando entusiásticamente deste projeto. Já são 2 meses instalados na incubadora, onde foram adicionadas à equipe mais duas pessoas, um designer e um programador. Agora nosso foco é em aumentar nossa cartela de produtos e pensar numa plataforma melhor. Os planos são de crescimento, tanto de vendas e impacto, quanto na relação com os nossos artesãos.
Recentemente fui selecionado pelo Acumen Fund Pakistan Fellow,
um prestigiado programa de lideranças aqui do Paquistão, para capacitar novos líderes em nosso País. 2013 será um grande ano para mim e para a HOMETOWN.
Construir uma startup nunca é uma coisa fácil a se fazer, não importa em qual parte do mundo você esteja. E fica ainda pior se não existe um ambiente que faça florescer tais iniciativas, ou que serviços como Youtube, Facebook etc são bloqueados a qualquer momento. Ou quando você percebe que o Paypal não é aceito no seu país, e leva 2 meses até achar uma solução de pagamento viável e um transporte mundial acessível e rápido.
Mas aprendemos lições valiosíssimas com os nossos erros e acertos. O Hussain, por exemplo, que antes era uma pessoa totalmente anti-Facebook, hoje usa um celular com Android, tem um laptop, usa e-mail e até navega com uma conta pessoal na maior rede social do mundo.
Está história é sobre seres humanos. Como você. Como eu.
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PS: A Manu lembrou no facebook sobre a história da TOM’S SHOES! E, guardadas as devidas proporções, são muito parecidas mesmo! Clique aqui e leia lá (em inglês)
Twitter foi mencionado em 26 dos 52 comerciais do Super Bowl, Facebook só em 4
Nessa ediçao do Super Bowl, o Twitter foi o campeao das mídias sociais – e ganhou de lavada. O microblog foi mencionado em metade dos 52 comerciais veiculados durante o evento. O Facebook apareceu apenas em 4, YouTube e Instagram em 1 cada um e o Google Plus, em nenhum. No ano passado, Facebook e Twitter empataram com 8 mençoes cada um para um total de 59 comerciais – em comparaçao com o jogo deste ano, o microblog subiu 300% e a maior rede social do mundo caiu 50%. O Business Insideraponta ainda que o Twitter é atualmente a rede social que cresce mais rapidamente no mundo, com 36% dos usuários de internet – aproximadamente 485 milhoes – cadastrados no serviço.
Texto originalmente publicado no Blue Bus
Acabei de me dar conta que faz 11 anos que eu tenho blog.
É, estamos ficando todos velhos, meus amigos.
"— Hilário
A Núbia perguntou isso aqui em um grupo no FB:
“Ter página no G+ ajuda no SEO e SEM dos clientes na busca do Google? Procede?
Respondi o seguinte:
Procede da seguinte forma:
Se sua empresa é uma marca de bikinis e desenvolveu um novo modelo. E se sua empresa tem também 20 mil pessoas circulando ela no google plus. Então se estas 20 mil pessoas forem fazer uma pesquisa no Google sobre o bikini (e segundo o IBOPE, 98% das pessoas que usam internet no Brasil, fazem pelo menos uma busca no google diariamente) a sua empresa aparecerá no topo da busca para aquelas 20 mil pessoas e também para os amigos delas…
Pq isso acontece? Pq o Google ta com o lance de “busca social”,que valoriza as indicações dos amigos nas buscas. Isso é uma merda do ponto de vista de usuário comum (afinal, vc vai ta sempre só vendo os assuntos indicados pelos seus amigos? E o fato de desconbrir coisas novas através da internet onde fica?), mas para empresas é bom.
O grande problema, para empresas, é como fazer as pessoas te circularem? O que eu tenho notado é que o numero tem crescido exponencialmente, quando as pessoas são indicadas nas listas do lado direito la do G+ (depende então que seu perfil seja reconhecido). Mas la só aparecem os perfis indicados pelo google, talvez ligando pra Mutato (http://muta.to eles são a agência do Google+ no Brasil) eles expliquem melhor como funciona essa indicação pra empresas… se tem que pagar algo etc etc.
Conteúdo, em principio, também funciona. Se vc for ver o menu explore do G+ https://plus.google.com/u/0/explore vc vai ver que além das imagens de sempre, por la tem muitos posts com textos grandes sendo compartilhados.
OUTRA COISA:
O google plus não altera o nome de imagens postadas. Por exemplo, vc fez um post no blog da empresa de bikini e marcou como: BIKINI_NOVO.JPG. Subiu a mesma imagem no Plus… o nome da imagem se vc for salvar a partir do G+, vai continuar como: bikini_novo.jpg
Ou seja, na busca por imagens do google (que tb é poderosa e rende mta audiência) seu produto vai estar bem posicionado, por causa da imagem e principalmente se na postagem do G+ constar o link onde ela está
É isso, espero ter ajudado.
PS: Se alguém vir questionar essa info dizendo que: O Google desmentiu esse lance de SEO/SEM. Sugiro ir fazer uns testes seguindo as coisas que eu falei aqui. Ou ler o e-book “Google + e suas potencialidades para empresas” do Alexandre Nunes. Facilmente achado no google (é um pdf, na verdade).